A evolução do Power BI trouxe consigo uma série de opções para carregar e explorar dados. Cada método — Import, DirectQuery e DirectLake — oferece benefícios únicos, e escolher o melhor depende da sua situação.
Durante o evento transmitido ao vivo pelo YouTube, exploramos em profundidade esses três modelos, debatendo casos de uso reais e decisões arquiteturais. Este artigo resume os principais insights.
Aconteceu o Microsoft Ignite e um dos destaques foi a evolução do protagonismo dado ao Onelake, que mesmo com diversas funcionalidades pré-existentes, ficou claro que ele terá um papel ainda maior no futuro da solução.
Para isto, de imediato a Microsoft disponibilizou o Onelake Catalog, que permitirá a governança centralizada de todos os seus ativos de dados:
Ficou espectacular a interface do produto, permitindo navegar em todos os detalhes, inclusive permissionamento!
Sem contar a clássica necessidade de linhagem de dados, que agora, sem dúvidas será de ponta a ponta:
Outro ponto alto é o protagonismo em trazer diversos players para dentro do seu ecossitema, assumindo assim um papel de fusão de diversas plataformas:
Está acontecendo o Microsoft Ignite e ontem a sensação do dia ao meu ver foi o SQL Database agora dentro do Microsoft Fabric! O termo translytical é perfeito para descrever o que vai acontecer a partir de agora, aplicações transacionais com alto potencial e capacidade de processamento analítico.
Preparei um vídeo curto, onde destaco minhas primeiras impressões, confira: